2 de abril de 2018

Em entrevista a canal de TV, diretora da SAAP fala sobre nova norma que permite adoção de praças por empresas

Não é de hoje que praças da capital paulista têm sido cuidadas por meio da parceria entre sociedade civil e poder público. Em 2015, o que era feito informalmente ganhou regras com a Lei 16.212. A ideia por trás da gestão participativa é garantir a sustentabilidade desses espaços com a ajuda de empresas, entidades e cidadãos. Recentemente, novas possibilidades se abriram.

Em fevereiro deste ano, foi sancionada a Lei 16.868, que alterou a norma anterior, admitindo a possibilidade de empresas usarem áreas verdes adotadas para fins comerciais— antes, para haver essa concessão, era necessário um processo especial na prefeitura. A contrapartida é que fiquem responsáveis pela conservação dos locais.

Em entrevista para rede Record, a vice-presidente da SAAP, Márcia Kalvon Woods, falou sobre como a nova regra pode ser positiva para Alto dos Pinheiros, bairro onde já há um histórico de adoção de praças por moradores, mas que muito pode se beneficiar com a atuação de empresários. Assista!

Alto dos Pinheiros

Mais do que garantir a conservação de áreas verdes públicas, o “Adote uma Praça” visa a execução e manutenção de melhorias urbanas, ambientais e paisagísticas. A SAAP apoia e participa ativamente do programa. Em agosto de 2017, revitalizou a praça Dr. Luiz Carlos de Toledo. O local, que fica na esquina das ruas Tamanás e Miranhas, em Alto dos Pinheiros, ganhou novas mudas de plantas e passadas de madeira.

A Dr. Luiz Carlos de Toledo não foi a única área do bairro adotada pela associação, que já fez o mesmo em relação às praças Norma G. Arruda, São Gonçalo e Ignez Guimarães S. Pestana.

Além disso, também no ano passado, a SAAP, em parceria com a Prefeitura Regional de Pinheiros, inaugurou dez canteiros floridos ao longo da rua Capepuxis. Foram plantadas no local 12.325 mudas.

 

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